Comportamento do cão antes da morte

Falecimento de um animal de estimação pode ser muito doloroso, embora os donos sabem que terão de enfrentar tal situação, em algum ou outro ponto de tempo. Aqui estão alguns sinais para ajudar você a reconhecer que seu amigo canino está perto da morte.

O envelhecimento de um cão é surpreendentemente semelhante à dos humanos. Com o avanço da idade do seu cão, ele  diminui actividade e começa a ter cabelos grisalhos, e problemas comuns. Juntamente com isto, há uma alteração significativa do comportamento de um cão e de níveis de actividade. É difícil dizer se essas mudanças de comportamento são simplesmente devido à idade avançada ou um sinal de morte iminente. Embora cada cão age de forma diferente antes da morte, há alguns sintomas inconfundíveis de que podem avisá-lo sobre a morte se aproximando do seu cão.

Comuns Sintomas Comportamentais

☛ Diminuição em Movimento
Embora tenha abrandado de atividades em cães é associado ao envelhecimento,e é mais pronunciado em  seus dias finais. Um velho cão pode não mostrar qualquer entusiasmo para ir para longas caminhadas, pular e brincar. Mas um cachorro que está chegando ao fim, pode estar no mesmo lugar por horas de fio. Como alternativa, ele  pode dormir  a maior parte do dia ou da noite. Mesmo se ele  tenta levantar-se, os membros são mais susceptíveis de falha sob o peso devido à falta de energia do corpo.

O que fazer: Prepare um canto legal, tranquilo e sombreado na  sua casa para o seu cão. Alternadamente coloque  um espaço em seu quarto familiar. Isso irá permitir que o seu animal de estimação para ter conforto de se sentir rodeado pela sua família.

☛ Controle esfincteriano
Outra observação comum é que, os cães perdem controle da bexiga e do intestino quando sua morte está se aproximando. Isto pode surpreendê-lo, mas isso pode até mesmo acontecer em cães que foram  treinados e quase nunca tiveram tais ‘acidentes’. Também é comum para os cães a ter diarréia no final de sua vida. Tais condições mais frequentemente levam à desidratação em seu animal de estimação.

O que fazer: Incentive seu cão a ter água, tanto quanto possível e obtenha uma prescrição de seu veterinário para um medicamento anti-diarreico. Compre em abundância a desinfecção de toalhetes para limpar a sua casa e lenços umedecidos para manter a higiene física de seu animal de estimação.

☛ Mudança no apetite
Este é o traço mais comumente observado em cães que estão perto de sua morte. Nos estágios finais da vida de seu animal de estimação, ele  pode começar a perder o apetite como efeito direto de movimento reduzido e da falta de exercício. Quando oferece alguma comida de cachorro, ele  pode apenas lamber tudo o que é realizado para satisfazer o proprietário. Em todo o processo, o peso do cão reduz drasticamente.

O que fazer: Os donos são aconselhados a evitar forçar seus cães para comer.

☛ Perda do controle muscular
Embora tremores é um comportamento comum do cão na velhice, um cão que está morrendo pode experimentar espasmos musculares graves ou convulsões leves. Ele pode até perder o controle sobre a língua, o que leva ao pesado babando.

O que fazer: Esta é uma ocorrência normal. Não há nenhum medicamento específico para remediar este problema. Leve o seu animal de estimação ao veterinário para conseguir uma medicação temporária para controlar o problema.

☛ Dificuldade para respirar
Para o fim,a  muitos cães  é realmente difícil de respirar. Eles podem inspirar e expirar depois de lacunas de meio minuto. Junto com isso, o animal pode ter dificuldade em engolir  sua saliva.

O que fazer: Não há muito que pode ser feito sobre o problema de respiração. No entanto, os proprietários precisam para verificar se há sinais de batimentos cardíacos, de tempos em tempos.

☛ Buscando Conforto
Este é um sinal em cães que a maioria das pessoas para prestar depoimento. Tem sido observado que os cães podem sentir a sua morte a se aproximar. Em tal situação, a maioria deles busca de seus mestres para obter conforto. Pode ser sua própria maneira especial de dizer um ‘adeus’ passado para seus mestres. A maioria dos cães morrem em seu sono e preferem estar perto de seus mestres no momento final.

O que fazer: Cuide e abrace o seu cão, tanto quanto você pode, se ele  fica pegajoso. Seu animal de estimação está apenas tentando expressar  o seu amor para você e para obter uma reafirmação de seu amor em troca. Tente passar tanto tempo quanto você pode por  seu lado. Fale com o seu cão suavemente, se ele  é usado para isso.

Para a maioria dos amantes de animais, perder um animal de estimação é como perder um membro da família. Isso pode deixá-lo aflito e deprimido. Portanto, é melhor para obter um novo cão, uma vez que você e sua família seja emocionalmente pronta  para aceitar um novo cão. Escolha uma espécie diferente do cão e um nome totalmente novo  para garantir que você inicie um novo relacionamento com um novo animal de estimação.




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23 thoughts on “Comportamento do cão antes da morte

  1. joyce

    oi meu nome é joyce meu oai nao tem comdiçoes de levar a veteninaria o que eu fasso ?

  2. keren

    Meu filho esta praticamente assim. Com exceção de alguns sintomas. Doi demais ve-lo fraco,magro,sem força,sem apetite e so dorme. Acho que ele tem uma certa demência adquirida e ele anda bastante ate que cansa e deita em qualquer canto. Mas ele tem diminuído esse ritmo. É um pastor alemão de 11 anos. Ja sofreu de crises convulsivas no começo do ano devido a uma forte alteração no seu figado. Faz xixi igual filhote e devido o problema no figado de cor mto escura. Toma gardenal pra evitar crises e pra ficar mais tranquilo. Nao tem sido nada fácil. Triste vê-lo assim e tem sido bastante desgastante para nós principalmente psicologicamente.

    1. Maria do socorro

      Eu tenho um poodle ele tem16anos tbm tem crises convulsivas fico muito triste ao vê lo desse jeito sei que ele esta para morrer me DOI muito mas prefiro que ele descanse do que ficar sofrendo

  3. Virginia matias

    Acabei de perder minha cachorrinha num tragico acidente onde ela saiu correndo pelo portao e um carro passou em cima dela..aquela cena nao sai da minha cabeca meu coracao ra doendo demais…e muuito dolorido….mas acredito q seja anjos mesmo

    1. Mariana

      muito triste, nada vai substituí-la,aguarde um tempo e tente adotar um animalzinho carente, existem tantos precisando de amor e carinho…. E eles sempre dão muito mais a amor que recebem.

  4. Cleonice

    Hoje perdi meu filhinho de 7 anos ele encontrou o portão aberto e saiu passei horas procurando e nada quando tive informação ele já estava morto tentaram ajudar mas infelizmente ele não suporto estava muito cansado meu chowchow dor muita dor amigo amor verdadeiro

  5. Madi

    O meu cachorro estar apenas procurando conforto, mais é tipo toda hora, onde ele pode ele deita a dormi, e ñ brinks mais tanto comigo e é mais queto pq é muito imperativo e n para queto e agora ta muito queto….O q eu faço? Me ajuda….preciso saber o q estar acontecendo…

  6. Robson modesto

    Acredito piamente que não somente os cães mas também outros animais mudam seu cimportamento próximo à morte natural. Creio que está relacionado à uma informação ativada peço cérebro e não diferente pidemos nós homanos possuir este alerta mas como seres que adquiriram a racionalidade, apredemis a desprezar esta situação e muito menos estadar essa possibilidade demonstrando para as pessoas ao nosso redor um comportamento de bem estar como forma de não procupa-las. Istinto protetor primitivo.
    Lembrando que estou de boa ok rsrsrs…. Mas seguro sobre esta teoria que com “certeza” já existe….

  7. gustavo

    realmente para quem é apegado a um animal o vê passar por toda essa situação é muito complicado pela parte emocional …… minha cachorra tem 15 anos, e tem quase todos esses sintomas , é muito duro vê ela sem apetite e sem animo para brincar ( ja que eu mesmo com 21 anos brinco com ela como se fosse uma criança ) . Já pensei no caso ta eutanasia , mas fico com receio de sentir culpa e tb me sinto culpado por não poder fazer nada para melhora sua situação ou amenizar .

  8. Simone

    A minha Branca de cinco meses morreu ontem de virose mesmo vacinada…to muito triste ..uma dor na alma…sofri muito de ver ela sofre ..Deus no controle é minha fé…mesmo assim dói..

  9. Maria Gorete dos Santos Moreira

    Boa noite! Meu nome é Gorete e meu poodle Eddy, que completaria 13 anos em novembro morreu no dia 04 de outubro, coincidentemente dia de São Francisco de Assis, protetor dos animais. Meu cãozinho tinha uma cardiopatia congênita e epilepsia, e começou muito cedo a tomar gardenal e medicamentos para o coração. Era super ativo, adorava brincadeiras, ficava enlouquecido quando eu o sinalizava que ele iria passear de carro ou a pé. Minha cidade é pequena e eu sempre o levava em clínicas veterinárias em cidades próximas, o que era um problema porque ele odiava viajar no banco traseiro do carro. Mesmo com o gardenal de vez em quando ele tinha convulsões leves e ficava arquejando com facilidade. Fora isso se alimentava bem(ração especial para cardíaco) e era muito feliz e me proporcionava muita felicidade também. Com o passar do tempo o problema no coração piorou e ele passou a ter cardiopatia congestiva, acumulando líquido nos pulmões mesmo tomando diuréticos. Em abril deste ano me aposentei e passei a me dedicar completamente a ele e aos meus outros dois cães que tenho ( uma cadelinha poodle que está com 11 anos e uma vira lata também idosa que resgatei das ruas). Infelizmente o destino não foi tão generoso comigo. Em maio deste ano ao fazer um check up foi constatado problema no fígado, baço, próstata e hipotireoidismo. Bem, a partir daí apesar de toda medicação o quadro foi só piorando. Ficou indiferente às brincadeiras, não fazia mais festa quando eu chegava, dormia muito, dificuldade para respirar, se locomover, o pelo caiu, mas ainda tinha apetite e não apresentava sinais de dor. Passei a ficar muito tempo deitada com ele e procurando deixá-lo o mais confortável possível. Até que no dia 03/10/17 ele piorou muito. Pela primeira vez não quis se alimentar ( tentei de tudo), bebia pouca água e a respiração era abdominal. Tinha comprado um kit de oxigênio e usei nele várias vezes. Por fim eu meu esposo resolvemos levá-lo para internação em uma clínica em Teófilo Otoni. Chegamos a noite e a veterinária que o atendeu disse que ele estava muito descompensado e se não ficasse estabilizado em 24h não haveria o que fazer. No outro dia retornei à clínica e vi que não houve nenhuma melhora. A veterinária deixou que ele ficasse comigo em um cantinho da clínica, deitado no chão porque a temperatura estava elevada. Fiquei sentada perto dele acariciando-o e conversando com ele. Passamos amanhã toda assim, mas no início da tarde notei que sua respiração havia piorado. A veterinária o levou para medicação e oxigenoterapia. Minutos depois voltou e disse que ele estava um pouco melhor. Pouco tempo depois outra veterinária me disse que ele estava bem mais calmo. Eu que estava em prantos, senti um certo alívio mas permaneci sentada, meio aérea e sem ação até que pedi para vê-lo. Foi então que tive um grande choque. Ele estava no canil em uma gaiola, sobre um cobertor arquejando e com a língua toda estendida. A veterinária disse então que o levaria para a sala de atendimento que estava mais fresca. Eu o coloquei sobre a mesa de atendimento e comecei a observa-lo . Foi então que notei uma saliva grossa no canto da boca dele. Alertei a veterinária que introduziu o dedo na boca dele e disse que ele estava enrolando a língua e que o coração estava muito fraco. Ela e outra veterinária fizeram todas as tentativas para reanima-lo mas não teve jeito. Ele teve uma parada cardiorrespiratória e morreu ali, na minha frente, sem que eu pudesse fazer nada. Sabia que ia ser muito difícil ficar sem ele mas estou sofrendo demais. Além da dor da perda estou experimentando um forte sentimento de culpa por não ter entrado para vê-lo imediatamente após a veterinária ter tido que ele estava mais calmo. Só consigo pensar que se tivesse entrado logo não teria permitindo que ele ficasse no canil, ainda mais sobre um cobertor que deve ter aumentado a sua temperatura e deixado ele muito estressado. Mesmo no meu quarto, com ar ligado, dificilmente ele ficava na caminha. Preferia ficar no chão com a cabeça apoiada no travesseiro. Acho que o efeito do oxigênio passou logo e ele ficou sofrendo com dificuldade para respirar. Provavelmente se eu tivesse demorado mais um pouco teria encontrado ele morto no canil. Não consigo me perdoar. Penso compulsivamente que nos seu momentos finais falhei com ele. Sei que ele iria morrer, mas gostaria de ter ficado o tempo todo com ele dando-lhe carinho e conforto. As veterinárias disseram que não faria diferença. Dentro ou fora do canil ele teria morrido. Não penso assim. Acreditei que ela estava melhor e na sala de atendimento, e relaxei um pouco. Minha dor está insuportável. Choro e me culpo o tempo todo. Sei que a morte dele era inevitável, mas não queria que tivesse sofrido tanto. Tudo porque não fiquei colada nas veterinárias acompanhando o atendimento prestado. Nem o fato de que eu não estava raciocinando bem por estar muito esgotada me serve de desculpa. Só sinto muito culpa. Já estou buscando ajuda psicológica, mas faço esse longo desabafo na esperança de que alguém que tenha passado por uma experiência parecida possa compartilhar comigo. Viver assim está insuportável. Por favor, me ajudem.

    1. Luana

      Oi Maria Gorete! Li seu desabafo todo e me senti de certa forma confortada por saber que a minha dor não é única no mundo. Estou experimentando os mesmos sentimentos de culpa, de remorso por ter perdido meu gatinho no domingo. Ele era muito rueiro e chegou em casa muito magro, estava comendo pouco, mas eu jamais imaginaria que viesse a falecer. No domingo o encontrei respirando com dificuldade, fez cocô e não tinha nem forças para levantar. Gritei meu esposo, limpei ele e corremos para o pet shop. Ele nao tinha nenhuma reação, só miava forte para mim e eu chorando. Ele ficou internado e faleceu no mesmo dia por felv. Não tenho nenhuma vontade de ir pra casa. Tudo me lembra ele. Tem o cantinho onde ele só comia lá, encontrei uma bolsa minha com xixi dele, não estava segurando mais o esfíncter… Me culpo muito pq eu não percebi antes e pq não levei ele… Sei que agora ele descansa em paz mas eu queria ele aqui conosco. Espero que a sua dor tenha amenizado e que a minha um dia tb…

    2. Rosa Santos

      Você fez tudo o que pode pelo seu cachorrinho. Se as veterinárias não o trataram como deveria ser , a culpa não é sua. Tudo o que dizem é que devemos levar nossos animais ao veterinário . Em quem confiar? Se elas não deram a atenção devida ao seu filho de 4 patas!
      Ore a Deus e peça que amenize sua dor.

    3. REGIANE GRAZIELLE REIS PACHECO

      Faz tempo que escreveu este artigo. Não deveria sentir-se culpada, pois a hora dele chegou e você fez o melhor dando seu amor e cuidados no momento em que ele mais precisou. 🙂

  10. Cristina

    Eu também vi meu cachorro com dificuldade de respirar, peguei no colo e ele despedia de mim com um gemido.
    Corri no Veterinário, mas faleceu no caminho.
    Me senti s culpada por não ter chegado em tempo .
    Ocorreu infarto e morte cerebral.
    Sem condições de procedimentos médicos.
    Despedi dele na mesa da médica , falei pra ele ir em paz e agradeci. Daí ele ficou sereno como se estivesse dormindo.
    Hoje faz 5 dias sem ele.
    Estou muito triste . No dia não acreditei que ele nos deixou !
    Choro de saudades!
    Amiga , fizemos o melhor pra eles.
    Conseguimos estar junto até o último suspiro.
    Perder quem se ama doi demais! !. Mas fica em paz !
    A culpa é porque sempre achamos que deveríamos fazer mais! !
    Fica em paz. Bjs.

  11. elvio jose sousa

    A minha cadela tem à volta de 17 anos veio bebé para a minha casa e desde à uns meses perdeu a visão quase toda e não tem ação nas patas traseiras só pode estar deitada e de vez em quando fica ofegante mas apetite não falta já reparei que piorou foi agora na chegada do frio e de vez em quando começa com uns gemidos tipo a chamar tou mesmo triste pois não posso fazer nada parece que está a chegar ao final da vida

  12. Landia Andrade

    Tenho poodle de 16 anos.. ele sempre foi muito ativo e agitado. Hoje sem visão, não brinca mais. As vezes até tenta. Já tem dificuldades em fazer cocô, vivemos monitorando a água dele. Levanta da caminha com dificuldade locomover, muitas vezes fica perdido dando voltas no quarto ou canto da garagem. Tá muito difícil essa despedida. Aos sábados ele não dava sossego em casa, hoje nem parece que está em casa.. dorme direto. De certa forma a natureza vai nos deixando acostumar sem ele. Vamos dando ele melhor conforto possível. Usa colirio 2x ao dia. Lactulona 3x. Remédio de rins 2x. Quase nem saímos pra não deixa-lo sozinho. Se precisa de uma viajem, alguém de nós sempre fica em casa. Meu marido sabe que estamos despedindo. Mas não tá fácil aceitar.

  13. Kaliny

    No início de janeiro minha poodle de 16 anos faleceu, foi o pior dia de 2018 pra mim até agora. Ela estava cega, já não ouvia mais, e o que mais me deixou triste foi ver ela sentido falta de ar. Todos me dizem que ela morreu de velhice, mas é difícil pra mim saber que ela estava melhorzinha em novembro e em janeiro piorou tanto, fico pensando se eu poderia ter feito algo por ela. Choro todos os dias de saudade dela!

  14. Leyriane Cristina da Silva Santos

    Tenho uma PitBull Rayka de 14 anos ela esta com a maioria dos sintomas esta ofegante,nao consegue se levantar, nao quer comer e a lingua esta mole o que esta me doendo o Coraçao é que ela chora muito me chama e só pega no sono se estou por perto… é triste ve la assim infelizmente vou ter q optar pela Eutanásia mas sei que assim ela vai parar de sofrer.vou ficar do lado dela ate o fim.

  15. Jorge Luiz

    Perdi o meu poodle FLOQUINHO com 14 anos e 11 meses no domingo(25 de março), ele era cardíaco tomava 06 medicamentos 2x ao dia, e nos ultimos dias o veterinário passou os remedios para manipulação(liquido) para facilitar na hora de eu dar pq em comprimido ele ja estava rejeitando, já estava andando devagar, dormia muito, para brincar ou ir na rua eu precisava chamar muito(quando era novo ele que me chamava, ficava no corredor entre a sala e o quarto(como se estivesse me cercando) quando eu desligava a televisão para ir dormir ele levantava e corria para perto de onde ficava a coleira dele e ficava pulando em mim ate eu colocar a coleira e ir na rua dar a voltinha noturna dele) me esperava chegar do serviço no portão e fazia a maior bagunça correndo de um lado para o outro ate cansar), quando viajávamos se ele não pudesse ir eu tb não ia. Pouco antes de morrer minha esposa estava costurando e ele foi passando por entre as caixas de costura dela e ficou olhando para ela como se estivesse se despedindo. Me aposentei e passava o dia todo com ele me acompanhando pela casa( parecia que era a minha sombra). O que me conforta um pouco e que liguei para o veterinário para desmarcar uma consulta que ele tinha hoje e me disse que eu fiz tudo o que podia a doença estava muito avançada. So penso no meu filho que vai chegar de viagem e não vai encontrar o mano(era como ele se referia ao floquinho). Morreu na minha casa de praia e se pudesse nunca mais entrava lá. Estou sem rumo, desorientado, não paro de chorar, estou sem apetite(ele me esperava almoçar para perdir pedacinhos de carne) perdi meu melhor amigo, companheiro, fico procurando ele nos cantinhos onde ficava. Desculpem o longo(não era nem 1% do que a gente fazia) relato, mas precisava desabafar senão vou enlouquecer.

    1. ivete ap m prestes

      Oi Jorge, estou como você. Acabei de perder meu poodle de 15 anos. Como dói! Tudo na minha casa lembra ele. Qdo saio, ao voltar parece que vou encontrá-lo, vinha ao meu encontro balançando o rabinho. Não tenho nem vontade de voltar para casa. Choro muito, toda vez que lembro dele. Como está difícil meu Deus !!! Dormia do lado da minha cama, olhava toda noite ele deitadinho dormindo. Que saudade! que dor !

  16. Girlani

    Oi Jorge!! Me emocionei muito com o seu depoimento. Eu tenho uma cachorrinha de 1 ano e 8 meses que é cardiopata. A médica me informou que o prazo de vida dela é de 2 a 5 anos, começamos o tratamento há pouco tempo, pois os medicamentos que ela tomava anteriormente não era o correto. Por ela ser muito jovem ainda quer brincar, pular, correr e toda vez que isso acontece ela sente falta de ar e fica já desmaiando. Está muito difícil suportar tudo isso, pois é péssimo ver o sofrimento dela.

  17. Gilberto Alves

    Boa tarde. Tenho uma cachorra pastor e ela está morrendo, pois está com todos esses sintomas. é muito triste. começo a conversar com ela e não aguento e choro. Me desculpem, é só uma cachorra, mas experimente ter uma por 11 anos, companheira, cuidadora, carinhosa e ver que ela está partindo. muitas pessoas que conhecemos na vida não são leais como eles. acredito que não quero mais ter nem um. é muito triste.

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